terça-feira, 3 de agosto de 2010
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Boa sorte^^
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
ela voz passiva, ele voz ativa...
Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco. Como não consegui o nome da autora, divulguei assim mesmo... É grande, mas vale a pena. : )
“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador… Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador >recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.
Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando…ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar…ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular: ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente… Era o verbo auxiliar do edifício ! Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente ! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”
terça-feira, 13 de outubro de 2009
"Blood. Sometimes it sets my teeth on edge, other times it helps me control the chaos."


sábado, 10 de outubro de 2009
Pronto em poucos minutos
Aí você me diz: Eu não consigo ficar pronto para ir ao colégio mais rápido do que isso. Eu tenho a resposta: esse vídeo "Made in Japan" vai ajudá-los a chegar mais cedo. Assista e experimente!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
musica no post!
Regina Spektor

Essa diva(como costumo chamá-la) nasceu em Moscou a 18 de fevereiro de 1980. O primeiro álbum que ouvi foi o "Begin to Hope" e me apaixonei por "Fidelity" bem antes de começar "A Favorita" na Globo. Me apaixonei por outras como "Samson", "Better", "On the Radio" e "Lady". Abaixo seguem os nomes do álbuns até agora existentes:
Demo Cassette (1999) (Não Lançado)
11:11 (2001) (Independente)
Songs (2002) (Independente)
Soviet Kitsch (2003/2004) (Independente/Shoplifter/Sire)
Begin to Hope - Duplo (2006) (Sire)
Far (2009) (Sire)
Os outros álbuns também são bons mas "Begin to Hope" sempre será meu preferido, talvez por ter sido o primeiro e a primeira vez de tudo a gente nunca esquece.
Links para alguns clips da jovem russa:
http://www.youtube.com/watch?v=SGTDRztaCCw&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=ODJelNHG_nA
http://www.youtube.com/watch?v=OEocg4EU_dc
music here:
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Dica de música - Coldplay

Primeiro, oi para todos sou o novo colaborador =] .Segunda e ultima coisa:o que postar? Bem Rodrigo cuida da parte culta e a Vicky também.Ju cuida das inutilidad... Que diga relaxamento mental. Então acho que sobra a parte de diversão para minha pessoa.Sendo assim irei indicar cds ,livros e outras coisas para relaxar a cabeça dos vestibolandos.Espero que gostem.