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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Amores do Colégio


Como iniciar um texto sério, reflexivo, e adulto olhando essas fotos?

Depois de tanto tempo venho aqui escrever no nosso velho e querido diário mais um texto em letras grandes verdes.

E esse, de hoje, é inteiramente e somente pra vocês.

Começaria fazendo uma piada. Bem eu. Mas acho que seria previsível, e deixaria de ser sério.

Então escolho começar falando de como foi bom o que fizemos ontem! 

E aí chegamos na palavra que resume nossa vida. Saudade.

A adolescência nos traz tantas boas lembranças, e aí nos damos conta de que todos os clichês referentes a ela são loucamente reais. 

Ela foi a melhor parte do começo de nossas vidas!

Hoje entendo porque cada saudade que sentimos disso tudo é uma lágrima nova. 

Foi tudo somente e puramente amor!

Ser adulto não é tão ruim. Mas também não é tão bom.

Falta tempo, disposição, dinheiro, gasolina, faltam até os amigos de vez em quando.

Mas o tempo cruel nos faz perceber que nunca nos faltou uns aos outros.

Cada um com seus destinos.

Casados, não casados, quase casados. 

Paixões antigas, novas, desapaixonados. 

Perto, longe. 

Formados, quase formados, desistentes, recomeçando. 

Trabalhando, fazendo bico, desempregados.

Todos ainda sem filhos!

Juntos sorrimos, choramos, cantamos. Perguntamos sobre A, B, e C. Vemos fotos de fulanos e beltranos. 

Olhamos e lemos nosso velho blog. 

Cheio de sonhos.

Relembramos.

Saudamos. 

Longe somos a saudade que mora dentro de cada lembrança. 

E não importa o tempo que passe, 2 ou 3 anos sem se falar. 8 ou 9 anos sem se ver... 

O que é isso diante de uma vida? 

Diante de tantas lembranças? 

De tanta história?


Quanto tempo passe, seremos sempre amores. 


Amores do colégio.


Amores.


Seremos SEMPRE VESTIBOLANDOS!

Pra ouvir depois de ler, ou enquanto lê.





quarta-feira, 2 de junho de 2010

Nunca pensei que diria isso mas...

SAUDADES DO ENSINO MÉDIOOOOOOOOOOOOOOO!

A situação está bem complicada, estudar em cursinho é pior do que eu imaginava. Quando estamos na escola as avaliações valendo nota são uma constante que nos fazem sempe estudar. Porém, no pré-vestibular a história é outra. Faltamos quando queremos, não há professor pegando no seu pé, pai exigindo boletim, provas se aproximando, nem punição por atraso. Você vai dando mais importância às matérias com as quais você se indentifica e o resto vai empurrando com a barriga até o dia do vestibular.

Eu quero e muito estudar para todas as matérias, mas com a falta de exigência fica difícil de se fazer um esforço. Quando você percebe já acumulou tanto assunto que quando vai estudar entra em pânico, fecha a apostila e sai correndo(aqui vos fala a voz da experiência).

É, saudades das minhas aulinhas do 3º ano.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Estranha no ninho, estranha no cursinho



A vida desse blog continua. Nossos atuais escritores são Rodrigo, estudande de Engenharia na UFPE, Juliana, estudante de Enfermagem na UPE e Victória(eu) que está tentando seu 2º vestibular para Ciências Políticas na UFPE e vivendo a experiência "curso preparatório". Temos uma boa diversidade aqui. Se outros autores quiserem colaborar sabe... seria bom...

Não está sendo fácil encarar mais um ano revendo as mesmas coisas e convivendo com a frustração de não ter sido aprovada. Iniciei meu cursinho na última quinta-feira(25/2) e é dureza. Lá estou eu, no colégio GGE, unidade Paissandu, turma B da noite que contém mais de 80 alunos e não conheço ninguém! Perdida completamente. O único lugar para o qual consigo olhar é o professor e o quadro. As únicas palavras que falo são para responder perguntas dos meus professores. O intervalo é uma tortura! Dirijo-me timidamente para a cantina, compro minha coxinha com refrigerante, retorno à sala e fico lá isolada, lendo meus livrinhos em inglês.



Espero melhorar com o tempo. Eu sei o que quero no final do ano. Quero o meu nome no listão e por isso eu aguento me passar por uma indigente. Pela primeira vez entendi o sentido literal de "estar cercada de gente e ao mesmo tempo estar só".

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Outro ponto nessa história...

..Um dia chega o ponto final.

Agora, com a cabeça um pouco mais fria, eu posso dizer que passei! (Sem fonte maiúscula ou mil exclamações). Acho que toda postagem que eu fizesse há uns dias atrás seria completamente preenchida por "PPAAAAAAAASSEEEEEEEEEEEIIII!!!!!!!!!!!! :D "

Como a Vicky fez questão de me informar, as pessoas do meu signo têm tendência ao exibicionismo. O que prova ainda mais que constelações não influenciam no destino e no caráter das pessoas. Só porque eu passei em três universidades eu não posso ser modesto? kkkk Brincadeira. : )

A vida de vestibolando não foi fácil não. E a de universitário também não será um mar de rosas. Mas cada conquista em cada uma dessas fases me faz escapar do que poderia me levar ao isolamento, à tristeza. Se você achou isso exagerado é porque, provavelmente, você não foi reprovado. Entretanto, quem vivência essa agonia hoje sabe que pode contar com a força dos amigos. Essa força já me fez superar vários desafios. Mesmo inconcientemente, um ombro amigo pode nos curar. mas, enfim, quero dizer que a reprovação é uma experiência (nesse caso, todos gostariam de ser inexperientes, eu sei).

Pra finalizar, quero deichar minhas congratulações aos aprovados na UFPE, desejar boa sorte ao povão do remanejamento, e agradecer a Deus por compensar todas as minhas batalhas com vitórias. Um salve muito grande pra Papai do céu. :D

Té mais...

Recomeço


Enfim, não passei. Ah, mas eu não estou mais tão triste eu recebi bastante força que Deus me mandou através de amigos, de familiares e do meu lover. Agradeço a todos pela enooooorme paciência em me ouvir e consolar.

Bem estou esperando a 2ª chamada da UFRPE, ainda há esperança de fazer Letras ou História, mas não pense que desisti de Ciências Políticas. Eu não estudei o bastante, admito, e tirei apenas 6.78, mas vou me esforçar mais esse ano e tirar pelo menos um 7.0 né?

Agora, seria MUITO BOM se as PESSOAS que passaram POSTASSEM AQUI! E isso NÃO é uma indireta...

"Inté" a próxima!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Desesperada


Esse Enem está virando um pesadelo! Minha nota não está boa para os cursos que eu quero e tive que me jogar em Pedagogia! Céus, minha esperança é de que isso acabe na próxima quinta-feira quando o listão da UFPE sair. Se eu vir meu nome lá então descansarei feliz, depois vou fazer a minha prima pagar a promessa de sair correndo nua na rua. Vai ter filme de terror no bairro de Campo Grande!

Mas e se eu não passar, vou continuar nesse sufoco e acabarei fazendo um curso que não queria. Esse sistema é extremamente cruel, torturante! Como disse um amigo meu "We are having bitter days". Eu não queria mesmo ter que provar de tanta bitterness. Fazer o quê?

sábado, 30 de janeiro de 2010

SiSU - A saga

Acordei cedinho(às 6h da manhã) e comecei a minha jornada, mas tudo o que aparecia era...


Tentei um montão de vezes até que às 8h25...


Agora é só esperar...



SiSU - Sistema inoperante da Sacanagem Universitária

domingo, 13 de dezembro de 2009

Recordações...

Muito tempo sem escrever pro blog.
Acredito que a maioria dos nossos 3 ou 4 assíduos leitores não nos acessam mais.
O blog esteve parado, mas a vida dos 'vestibolandos' nem um pouco.

Estou reutilizando este espaço. Com uma metalinguagem, eu acho. Fiz uns versos com frases escritas pelos próprios autores do blog. Durante esses meses, a página de 'desabafos' cresceu bastante. E agora a resumi- se é que é possível- em um poema. Não fui tão bom quanto a minha intenção. Mas, enfim, já o fiz:

Além das palavras

Palavras são fáceis de aceitar
Quando se tem um ‘alguém’ por perto
Nos dizendo que não há ninguém
Que comprove o caminho certo

A felicidade pode estar aqui.
Sem precisar nos conformar,
Precisamos voltar a sorrir
E na luz acreditar


É essa luz que move os nossos passos
Em direção a uma nova era
Para romper todos os laços,
Esse futuro nos espera

Cada risada, cada briga.
Cada mentira, cada verdade.
Amizade é a palavra.
Vai além da lealdade.

Talvez esteja próximo o dia do despertar...
Onde estaremos aos 30?

Nossas risadas, nossas brigas
Nossas mentiras, Nossas verdades
Passarão de palavras...
Permanecerão na realidade.


por Rodrigo de Freitas

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Tirando algumas teias de aranha


Faz tempo que não venho por aqui. Estão todos estudando bastante e bem ocupados para postar no blog. Vida de vestibulando não é fácil!
No domingo passado, segunda e terça-feira foram realizadas as provas da UPE. Ouvi muitos reclamarem que estava bastante difícil. Eu não sei de nada, pois não fiz XD. Nos dias 5 e 6/12 teremos as provas do Enem. Até agora não houve notícia de vazamento. Governo, faça o favor de segurar as pontas.
Nos dias 20 e 21/12 teremos provas da UFPE e acabará para a maioria esse pesadelo "vestibular". Terá início uma nova tortura, a de esperar o listão. Nada de "Feliz Natal" nem "Feliz Ano Novo". Serão celebrações de clima tenso para nós.
A esperança é a última que morre e a primeira que mata.

sábado, 7 de novembro de 2009

Nossa história teve mais um ponto.

Não foi um ponto final.

Ontem, 06 de Novembro, ocorreu a missa e a colação de grau do nosso terceirão. Todo mundo chique de doer. Mas sempre tinha alguém pro povo tesourar... É incrível como as mulheres não se controlam. Destaque pra palavra 'mulheres'. Pelo menos ontem, não tinha como chamar de 'meninas'. : D

Começamos com a litúrgica missa. De pé, sentados, de pé, sentados; até que... Amém. Depois de algumas outras palavras, começaram a entregar as medalhas de alunos homenageados. No telão, só os txuqui txuquis de fraldas. kkkkkkk. Fez-se questão de mostrar as fotos do povo homenageado (com mais de 10 anos no colégio) quando ainda mal sabiam falar. Alguns nem mudaram tanto. Em outros, diga-se de passagem: outras, a chapinha fez milagres.

Eu, muito nervosamente, fui laureado. E só escutei o povo gritando: Tchicô, Tchicô, Tchicô... Não vi mais nada. Foi a emoção de receber a placa de nenhum valor econômico, mas muito valor significativo. Me dediquei até onde os meus limites suportavam. Acho que homenagem maior que essa vai ser apenas quando meu nome aparecer no listão. Não precisa ter um público inteiro assistindo, muito menos um troféu. Só um nome. O meu nome.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

?

Num rasgão mal pautado, escrevo torto por linhas tortas. Escrevo em letras médicas. Não reviso; não preciso me preocupar. É um texto sem autoria.

Quando a noite chegou, a preocupação aumentou. O tormento reaparece na mente ociosa. Aquelas letras disformes só me remetem ao trágico desfecho das minhas pretensões. Não quero mais vê-las. Não quero mais viver encarando os medos. Foram muitos em poucos intervalos. A loucura me visitou. Nunca mais quero estar nesse limiar... A sanidade é instável. É uma constatação.

Num falar poético, me encontro com palavras. Palavras me remetem ao que não pretendo seguir. Ou será que me engano? O orgulho me cega e as frases ambiciosas já não surtem efeito algum. Talvez esteja próximo o dia do despertar. Talvez a lucidez me visite. Talvez não.

Se viver no clichê do aprisionamento é destino certo, por que a vida existe? Muitas questões e poucas respostas... Precisa-se pensar para agir. Precisa-se existir para pensar. Precisa-se questionar para existir?

Então, se preciso for, que seja a pergunta correta. E se for agora, que seja a hora certa.

Nunca se sabe a hora; nunca se sabe a pergunta. Nunca houve resposta.

Autor desconhecido.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Eu não mato aula, a aula é que me mata

Caro Leitor,

A vida de aluno é mais complexa do que muitos imaginam. Às vezes o humor vai bem; às vezes ele simplesmente vai; outras vezes ele despenca.
A recíproca que intitula esta postagem é verdadeira. Eu não mato aula, mas hoje cheguei pisoteado por ela. Admito que não foram 14 aulas, pois o professor de história brevemente desistiu de prosseguir com a sua. Mas admito também que o meu estado (torrado além do ponto) não colaborou para uma aulinha feliz. E é incrível como, apesar de tudo, a minha consciência indica o caminho correto a seguir (pelo menos é o que a minha escassa lucidez indica).

Todos os dias eu luto a favor de um futuro desejado e contra todas as coisas que possam impedir essa luz no fim do túnel. É essa luz que aparece quando um amigo vem conversar e, na verdade, aquilo era tudo que eu precisava. É essa luz que brota em meu caminho quando eu tomo decisões sensatas sem duvidar da minha própria capacidade. É essa luz que me faz distinguir o certo e o errado, me dando forças para escolher aquilo que é bom para mim. É essa luz que move todos os meus passos.

Tudo que eu estou escrevendo aqui não é, diferentemente de outros posts, com a intenção de entreter o leitor - mil perdões pelo egoísmo-, mas a real intenção é constatar o quão gentil a vida é conosco e o quão pessimistas nós somos em relação a ela. Bem sei que diversas vezes se diz “vai estudar pra ser gente” ou “vai querer ser gari?”. Na maioria das vezes, nós ignoramos isso e perdemos a oportunidade de repensar a nossa trajetória. Não digo que você tem que cogitar um futuro com profissão indigna (não desvalorizado a profissão digníssima de gari), mas digo apenas que você deve deixar o orgulho de lado algumas vezes e pensar conscientemente. Só dessa forma você acumulará todas as luzes necessárias para enxergar o fim desse túnel.

Acredito que, se os nossos pais fossem mais sábios um pouco, nos dariam uma dica mais eficiente: “Conhecimento nunca é demais. Porque beleza murcha, músculos enfraquecem, a aposentadoria chega. E o que sobra é só o que você sabe, suas experiências de vida, e a qualidade das pessoas ao seu redor.”

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A- Exatas, B-Saúde, C-Humanas ?!



Ao chegar na escola hoje descubro que iríamos ser divididos por áreas.''Não pode ser tão ruim'' pensei eu, e de fato ,não foi.A turma de exatas está perfeita,com pouca gente e totalmente silenciosa e até participativa.Tudo corria bem quando topo com dois problemas,o primeiro foi o fato de eu ter que seguir o horário do A um problema besta e facilmente contornável.O segundo um pouco mais serio: o aprofundamento dos assuntos.
Nosso amigo lucas parente,um ''humanóide'',começou a ver as aulas no C que era sua área.Mas por causa do barulho ele pulou pra exatas uma sala tranquila e com pessoas inteligentes(Minha área galera, foi mau mas agente comanda hehe =D).Na ultima aula de literatura ele me fala que já tinha visto aquela aula e que na sala de humanas foi um caos total.Não só isto mas que também Eliene havia falado coisas extras na sala de exatas e não na sala de humanas.Isto realmente me fez pensar se vale a pena dividir as turmas.Tudo bem hoje foi o primeiro dia, mas eu realmente espero que essa mudança valha a pena.

Humanóides eu tenho pena de vcs... ;p


Um aluno de Direito é chamado pelo professor para um exame oral:
- O que é estelionato?
Responde o aluno:
- É o que o sr. professor está fazendo.
O professor, muito indignado:
- Ora essa, explique-se!
Diz o aluno:
- Segundo o Código Penal, comete estelionato todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para prejudicá-lo.



Só podia ser de humanas xD

Lame

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sabedoria viajante


Um fim de semana sem postagens. Saí e esqueci de avisar... Foi mal.


Depois de alguns dias na praia, cá estou: torrado e exausto. E ainda admito que descansei. Ãh? É verdade; a explicação estava numa frase de pára-choque de caminhão no engarrafamento da volta: "Viajar é preciso... A rotina cansa".


Sábias essas frases não? Fazem-me lembrar de um trabalho da minha 2ª série, onde a professora mandou coletar três frases de pára-choque. Eu olhei em todos os caminhões no caminho de ida e volta, super concentrado, mas não achei a frase. A conclusão foi que eu não recebi nota depois da minha busca e meus colegas inventaram sandices na hora e receberam pontuação sem mal saber o que era um pára-choque.


Mas isso era em outra época. Hoje você se encanta com frases não só em caminhões, mas também em carros. Quem nunca leu, no trânsito, a bendita "foi Deus quem mim deu". Ai, ai... Mim não merecer isso.








sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Para membros e autores

Galera, há um mês iniciei um projeto-blog. Sem grandes pretensões, eu não criei nenhum estilo inicial, pois o objetivo era, na verdade, reunir autores terceiranistas para escrever... Simplesmente escrever. Eu, que nem sou humanóide, estou começando a gostar desse hábito diário que nunca tive. Escrever não é tão ruim.
Sem mais enrolações, quero dizer que estamos a quase 350 visitas. Essas pessoas que perdem seu tempo para visitar o nosso espaço, apesar de muitas vezes nem me conhecerem, me incentivam a tocar esse projeto.
Para tanto, eu organizei o vestibolando.blogspot em categorias. Facilita muito a vida do visitante quando ele pode ir direto ao ponto, então, pesso aos autores que selecionem uma das categorias escolhidas para os seus posts. É só ir numa barrinha branca em baixo da caixa de texto da postagem e clicar em "mostrar tudo". Nisso, as categorias aparecem e você escolhe a que mais se enquadra ao seu texto. Simples assim.

Sobre as categorias
Foi uma árdua tarefa a escolha de ítens que traduzissem o espírito desse blog (substitua 'árdua' por '3 minutos' e 'ítens' por 'lixos'). Eu até poderia ter simplificado as coisas e colocado duas categorias estereotipadas: ÚTIL e INÚTIL. Mas, convenhamos, são muitos autores e ninguém estaria limitado a dois tópicos.
Não quero também que ninguém encontre a sua categoria definitiva, pois todos podem escrever sobre tudo ( êêhh, liberou geral!). Inclusive, eu faço questão de dizer que nem todos os posts de Juliana estão em "inutilidades" -Ohhhh!-. Então... É isso. Que esse novo recurso lhe sirva de inspiração para novas matérias e postagens.come on

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Superação é pouco...


Hoje pela manhã um sol lindo emanava sua luminosidade através da janela do meu quarto, mas aquilo não me animou para ir ao colégio, logo resolvi ficar dormindo e "descansando" antecipadamente para o Enem. Não eram 7h20min quando minha mãe bateu na porta dos meus aposentos com a doce e amarga notícia de que o Enem fora adiado. Levantei num salto, enrolada em cobertores e com o cabelo assanhado, para ir correndo ao colégio. Enquanto me arrumava fiquei a ouvir o Bom Dia Brasil que tentava entrevistar alguem de Brasília(não lembro quem) para saber mais a respeito da prova que vazou.

Cheguei ao colégio na 2ª aula(que bom né?) e entrei na sala no meio do aviso da coordenação. Infelizmente não haveria mesmo Enem. Infeliz ou felizmente? Eu não sei afinal. É ruim que depois de tanto corre-corre e preparação o exame seja adiado, por outro lado isso é bom: mais tempo para estudar e para que eu possa ler meus livros arcaicos do Drácula e cia(né Rô?).

Não será agora que encararei meu Enemigo, mas ele virá logo. Já posso sentir o vestibular se aproximando mais uma vez com um sorriso desdenhoso no rosto. Mas eu passo por cima com a ajuda da caneta benzida!

Um caminho de pedras


No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho. No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho...Enfim.
Acho que eu não preciso explicar qual o nome dessa rocha pesada que nós alunos temos que carregar. Aliás, não foi só uma pedrada que levamos desde o início desse ano. Colégio na Iminência de falir, mudança no sistema de avaliação, entre outros problemas que, se alguém quiser, pode citar nos comentários.
Mas o principal motivo dessa postagem é, como sempre, o ben(ou mal)dito ENEM!!! Hoje, recebemos a notícia que a prova foi violada e que será adiada por cerca de 45 dias. Muitos pularam de alegria. Muitos choraram com o terror. Eu, pessoalmente, não fui atingido. Uma hora ou outra terei eu que encarar o problema e transformá-lo em solução (filosófico.... :D).
Como eu e Fal estamos aqui na casa de Lalynha, resolvi não perder tempo e postar. Flávia me indicou uma frase para o final desse post:
No meio do meu caminho sempre haverá uma pedra. Plantarei a minha casa numa cidade de pedras.
Só não digo o autor dessa frase porque não conheço o indivíduo.

Pronto... Por enquanto é só.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Me imagino

Sinto-me esmagada por todas essas maravilhosas postagens que leio. Invejo a forma debochada do Rodrigo, a descontração da Juliana e a afetuosidade da Lalynha. Mas tenho que criar meu próprio estilo. Qual será ele? Essa pergunta é tão difícil de responder quanto a que a professora Eliene fez na aula de Literatura: “Quem é você”? Macabéa* conseguiu responder: “Sou virgem, datilógrafa e gosto de Coca-Cola.” Adoraria ter essa praticidade. Ó, deixem-me tentar: Minha vida íntima não interessa a ninguém, cato milho no teclado e não gosto de refrigerante de cola. É, não consigo. Macabéa era mais espontânea. Chega de procurar pelo meu “eu”, um dia ele dá as caras por aqui.
Só ando um pouco preocupada com o que eu vou fazer da minha vida. Será que quero ser diplomata ou professora ou historiadora ou até publicitária. Onde estarei eu aos 30? Essa deve ser a pergunta que todos os jovens devem fazer a si mesmos. Eu gostaria de mergulhar em algum túnel do tempo e me ver no futuro, viver algo como em “De repente 30”. Me imagino diplomata, ajudando pessoas na África(isso ficou tão “O Jardineiro Fiel”). Me imagino como professora perdendo a paciência e arrancando os cabelos com um monte de pré-adolescentes cheios de espinhas tagarelando sem parar. Me imagino uma tradutora de livros com um copo de chocolate quente na mão, virando a noite para traduzir alguma obra na maior velocidade possível pois o prazo está se esgotando. Me imagino publicitária levando projetos para o trabalho e encontrando-os estragados e destruídos por meus filhos pequenos e mesmo assim prefiro me imaginar uma mãe, acho que levo mais jeito para isso. Crianças são os mais incríveis seres que existem.
Acho que vou aos poucos me encontrando. Infelizmente não tenho mapa. E vocês, quem são?

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Não é necessária essa leitura.

Essa porcaria que estou escrevendo nem deveria ser publicada, mas como eu sei que, se eu deixasse esse arquivo no meu PC, ele seria apagado (por mim mesmo, no caso) acabei postando no blog em letras mínimas.
Desde que eu me entendo por gente até a 8ª série fui o “melhor aluno da sala” (título muito superficial, lógico), mas, sem pretensão de superioridade, durante esse tempo, subestimei o colégio. Com isso, acabei caindo -e sem pára-quedas- no ensino médio.buuuum. Resumindo...Me lasquei.
A partir do 1º ano eu percebi que eu não tinha aproveitado nem metade daquilo que eu teoricamente teria absorvido como “o melhor da turma”. Pra resumir essa chatice: acumulei uma carga imensa de stress durante esses três anos e cá estou. Doido. Escondendo-me do ENEM (ô palavrinha irritante!) nesse blog, fugindo do que me endoidou por um bom tempo. Fugindo, mas nunca desistindo. Como diria André Maranhão –e olhe que ele diria váaarias vezes- :”é incrível como tudo é mais atrativo do que o estudo!”.
Bem... Após esse momento super gay de desabafo, enamorado com a minha própria existência, vou falar do que realmente importa. A real é que nesses anos de sobrevivência no colégio eu encontrei o verdadeiro significado da vida- muito clichê, eu sei-. Diferentemente do que diz o ditado, quanto maiores os seus problemas, maiores os amigos. Eu percebo o quão importante cada um de vocês é pra mim e tento conservar esse sentimento especial que vai além da lealdade. Amizade é a palavra. Mesmo que muitas vezes eu não partilhe do mesmo tema em uma conversa , a companhia de cada um é importante pra mim.
A galera sempre tem a concepção de que homem não é amigo de mulher (“essa amizade é colorida”, “amigo de muié é viado”); mas, que se dane; eu tenho tantas amigas que já perdi a conta. Nunca vou deixar de ser homem por causa disso.E eu nem preciso citar nomes. Não tenham dúvida de que eu realmente amo cada um de vocês. Quem senta próximo a mim na sala de aula, que está adicionado aos autores desse blog, quem está até agora lendo esse texto chato. Provavelmente, alguém que eu amo.
Daqui a algumas horas eu vou estar no colégio. Quarta: o dia tooodo. E eu só sobrevivo até o fim do dia graças à vocês. Mas não sei se vou sobreviver quando isso acabar. Já tenho certeza de que as quartas-feiras de 2010 vão ser bem piores que as 14 aulas que virão.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A vida, o ENEM.. uma filosofia



Diante do desespero imposto pelo novo método de avaliação o ENEM, a maioria das noticias que eu ando recebendo em relação a isto é de caráter negativo :x a não ser hoje: eu descobrir que irei fazer minha prova nas dependências da escola, um das coisas que eu mais queria na minha vida. (depois de passar no vestibular, claro).
Mas como hoje tivemos uma atividade extra lá no Mosteiro, que foi justamente pra esquecer por um minuto o tema: ENEM - vou fazer o mesmo aqui:

Hoje eu percebi o quanto vcês vão me fazer faalta, e me segurei pra não desabar em lagrimas. meeu irmãão, pare pra pensar: cada risada que a gente deu, cada musica, cada briga, cada conversa, cada conselho, cada segundo (de felicidade ou tristeza) que a gente ja passou, e ainda passa ate hoje, vaai ACABAR ;( se isso parece distante de acontecer, ACOORDA .. ta chegando ao fim, ta mais perto que nunca. e agora? e eu sem vcês? pra quando estiver triste, alguma de vcês vim me lembrar do quanto eu sou feliz, e que tristeza éé um sentimento que não tem nada haver cmg! e eu sem vcês? pra tirar onda, pra rir das presepadas, pra me chamar pra uma conversa, e eu sem vcês? pra peedir os meus mais absuurdos conselhos! meeu irmãão, eu sem vcês SOU NADA. porque eu sou alguem, eu sou alegria, sou eu, sou TUUUDO, quando tenho vcês cmg! aaah, o fim esta tão proximo ( não que a gente va morrer agora) ate pq. a gente ainda tem muuuita, mais muuuita LATINHA PRA BEBER, e muita coisa pra aproveitar (6), éé que uma nova ETAPA, uma NOVA fase na nossa vida esta pra acontecer. a Responsabilidade ta batendo em nossa porta, e a Faculdade esta cada vez mais proxima, e como eu queria reviver e prolongar por toda a minha vida, cada momento, cada segundo, de HOJE ( em especial) e de toodos esses anos que nois estivermos JUNTOS *.*
e como diz a musica: Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa, tudo sempre passará, a vida vem em ondas como um mar, num indo e vindo infinito. Tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo, tudo muda o tempo todo no mundo. Não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo agora, há tanta vida lá fora. Aqui dentro sempre, como uma onda no mar.